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VII Econasa é encerrado com êxito - 05/04/2010 - 12:27




Carta Política do VII EnconASA
No encerramento do VII EnconASA foi lida a Carta Política do Encontro que afirma o paradigma da convivência com o Semiárido e se contrapõe ao modelo hegemônico e conservador. Esse último mostra as suas contradições e seu perfil mais cruel nos municípios do entorno de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), perímetro da fruticultura irrigada, do agronegócio, que leva à expulsão das pessoas de suas terras, à prostituição, à exclusão social e à degradação ambiental, se mostrando um modelo inviável.
Por outro lado, a convivência com Semiárido, defendida na Carta do Encontro, “tem em sua centralidade a vida humana e como pilares os valores da sustentabilidade, da cidadania, entre outros,” afirma Carlos Eduardo Leite, coordenador da ASA Bahia. O documento final da sétima edição do EnconASA cobra dos gestores políticas públicas que promovam o acesso à água e à terra; a biodiversidade da região; a auto-organização e o direito das mulheres; a economia solidária; a educação contextualizada e a segurança alimentar e nutricional.
Minas Gerais sediará o próximo EnconASA
No encerramento do VII EnconASA, nesta sexta-feira (26), foi aprovado com unanimidade que o estado de Minas Gerais sediará o próximo Encontro Nacional. “A gente está cheio de expectativas. Estamos bastante animados e animadas e já vamos começar esse processo desde agora, de organização e preparação para o VIII EnconASA”, afirmou a coordenadora da ASA Minas, Valquíria Lima. “A gente fez muita força, o debate sobre o papel das mulheres na convivência com o Semiárido e a gente espera que isso possa ser recortado também no próximo Encontro Nacional da ASA.

ASA e MDS anunciam renovação de parceria
Durante a plenária Relação Estado e Sociedade Civil na Construção de Políticas Públicas, realizada nesta quinta-feira (25), o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Crispim Moreira, anunciou a publicação, no Diário Oficial da União, do termo de parceria com a ASA, no valor de R$ 60 milhões. Com o novo projeto, serão construídas mais de 30 mil cisternas.
“Felizmente, trouxemos a notícia de que conseguimos superar todas as dificuldades que foram colocadas esse ano, devido à Lei de Diretrizes Orçamentárias, que o Congresso aprovou e que dificultavam os recursos para operacionalizar com as parcerias com a ASA. Saímos fortalecidos de forma que a cisterna possa ser um bem que chegue a todas as famílias que precisam, no mais curto espaço de tempo”, reforça Crispim.
Participaram da nossa região do VII Econasa, os agricultores e agricultoras: Cícera Gama e Ivan Francisco (Águas Belas), Lourival Guimarães e Maria José Ramalho(Buíque), Simão Salgado ( Caetés) e, ainda, Neilda Pereira Coordenadora do P1+2 e Alzeni Paixão (Técnica ).


Asseroria de Comunicação da ASA

Articulação no semiárido





 
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